A arte de não fazer arte...
Rock (transgressão), Circo (Riso), Literatura (Razão e Emoção). Quantas formas encontradas pela arte ao manifestar o inefável sentimento reprimido no espírito humano.
A arte nasce com o propósito de expor o belo, o belo contido em cada sentido e percepção vivida... Manifestada pela música, teatro, dança, cinema, literatura, pintura e escultura. Porém - não sei por que tudo tem "porém" - a modernidade, considerada o auge da evolução social e intelectual constrói a arte industrial. Progresso?!
Não vemos outro propósito da indústria além de vender produto cultural; embalado, oco, vazio...Sem ideologia. Com o objetivo fundamentado na massificação, vemos multidões iguais, idênticas, ao passo que os "estranhos", não adeptos deste infindável processo, são mantidos amordaçados ao serem tachados como loucos.
E antes que eu me esqueça... Não sejamos tão bobinhos a ponto de crer que somos apenas consumidores, o papel inverteu as posições: somos consumidos!
Não estou mentindo. Juro. Somos atacados diariamente - "Compre e seja feliz". Novidade: somos o produto final da indústria cultural.
Que bom que existem loucos. Que bom que ainda há quem acredite na arte elevada. Sem preço ou rota cambial. Façamos da arte da vida a arte de ser...ser individualizado, único, para marcarmos nossos passos nesta terra. O palco da existência.
"A arte existe para que a realidade não nos destrua" Friedrich Nietzsche
Rodrigo.
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